Vamos falar de coisa boa? Vamos falar de AZEITE!

Imagem daqui.

Imagem daqui.

Eu estou na terra do azeite, então este post até que demorou para sair…

O azeite possui diversos benefícios para a saúde – disso todo mundo sabe. A dieta mediterrânica, conhecida mundialmente por ser um estilo de alimentação saudável praticado por países mediterrânicos (Espanha, Portugal, Grécia e Itália) tem como uma das bases o azeite e as azeitonas, além da ingestão de vegetais, muitos frutos do mar, peixes e pouquíssima carne vermelha (para saber mais sobre a dieta mediterrânica, leia aqui e aqui. Neste outro link aqui você pode acessar um artigo da Organização Mundial da Saúde a respeito da Dieta Mediterrânica).

Há muitos anos eu substitui praticamente todo o óleo por azeite. Foi uma opção de vida e saúde. É um pouco mais caro? No Brasil, sem dúvida. Mas o coração agradece.

Existem alguns pontos que devem ser levados em consideração na hora de escolher o melhor azeite. Seguem algumas informações que você deve levar em conta quando for comprar o seu:

Azeite extra-virgem, virgem, refinado, comum, whaaaaaaaaaaaat???

O azeite extra-virgem é o azeite que sofreu o menor processo de refinamento sem o uso de agentes químicos. Sua qualidade é superior, com aroma e cheiro mais intensos. A acidez NUNCA deve passar dos 0.8% (se passar, não compre). Ideal para temperar saladas e finalizar pratos.

O azeite virgem já sofreu maior refinamento, sem agentes químicos, no entanto ainda possui qualidade. A acidez JAMAIS deve passar os 2%. Ideal para refogados.

Azeite refinado é uma mistura de azeite lamparino (antigamente, o que restava do azeite que era impróprio para consumo era usado para acender lamparinas, por isso o nome “lamparino”) reciclado com azeite virgem. A acidez normalmente não passa de 1%, mas este valor é muito instável. Ideal para frituras.

Acidez do azeite, o que é, para que serve.

Acidez não está diretamente ligada ao sabor, mas à qualidade da oliva. Quanto menor a acidez, mais qualidade tinha a oliva que fabricou aquele azeite. Contudo, se o azeite está dentro dos limites citados acima, ele está ideal para consumo.

Na prática, qual a diferença entre os azeites?

Eu tenho sempre dois azeites em casa: um extra-virgem, para ser usado cru em finalizações de pratos, temperos de saladas, etc; e outro azeite virgem, para ser aquecido, quando faço risottos, arroz ou refogo alimentos. Frituras normalmente eu faço em óleo mesmo.

A razão para isto é que o azeite extra-virgem é mais caro que o azeite-virgem, que por sua vez é mais caro que o azeite comum. Se eu aquecer o azeite extra-virgem, ele irá perder todas as propriedades que tem, o que vai me fazer perder dinheiro sem necessidade. O azeite comum tem ponto de fervura mais alto, o que o torna ideal para frituras. Caso a fritura seja feita com azeite virgem ou extra-virgem, ele queimará com muito mais facilidade.

Cor do azeite

Se a oliva estava mais verde, vai produzir azeite mais verde. Se estava mais madura, vai produzir um azeite mais amarelo.

Dicas

– azeite não é vinho. Quanto mais velho, pior fica; não o guarde por eras.

– o azeite deve ser conservado em embalagem escura, a fim de evitar a oxidação com a luz. Dê preferência aos que são vendidos armazenados desta maneira.

– azeite pode (e deve) ser usado em receitas doces. Não, não fica com gosto estranho, existem muitas receitas de bolos que substituem a manteiga pelo azeite.

– para mais informações sobre azeite, recomendo a página da Casa do Azeite.

Anúncios

Obrigada por seu comentário!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s